Você é carismático ou católico?

“Por que se levantarão falsos cristos, e falsos profetas, que farão prodígios e portentos para enganarem, se possível fora, até mesmos os escolhidos.” – Mc 13,22.

Renovação Carismática

Atualizado a 12 jun. 2017

Aqui estão reunidos e resumidos dez argumentos contra as doutrinas e práticas da Renovação Carismática. Eles seguem de perto o artigo de Padre Raymond Taouk sobre o mesmo assunto. Todo carismático de boa fé deve lê-lo a fim de tomar ciência dos sérios problemas envolvendo a RCC. Mais ainda, ele deve perceber que todas as organizações que apoiam ou promovem este movimento, tais como a Canção Nova e o Padre Paulo Ricardo, embora se proclamem 100% católicas, fazem coisa muito estranha ao Catolicismo. Um bom católico não deve apoiá-las antes que mudem de posição. A Igreja nascida do Vaticano II como um todo, sem o qual o movimento carismático jamais teria tido condições de penetrar na Igreja, não merece nosso apoio enquanto seus membros – papa, bispos, padres e leigos – não mudarem de atitude. O católico deve deixar de dar apoio financeiro a essas instituições e, em seu lugar, ajudar grupos e sacerdotes fiéis àquela Santa Tradição que recebemos dos Apóstolos.

Não se trata de exagero, nem de fanatismo: o que está em jogo aqui é se nós somos fiéis ou não. A Igreja sempre repetiu o preceito de São Paulo: “nós vos intimamos, irmãos, em nome de Nosso Senhor Jesus Cristo, que vos aparteis de todo o irmão que andar desordenadamente, e não segundo a tradição que ele e os mais receberam de nós outros.” (II Ts 3,6). Então, urge romper com quem se apartou da fé apostólica. Nós não os reconhecemos como Apóstolos por que proclamam doutrinas e práticas sabidamente falsas e ruins, novidades que ferem a verdade e o bem comum. O presente artigo prova-o de modo suficiente.

DEZ ARGUMENTOS CONTRA A RENOVAÇÃO CARISMÁTICA

I. O FALSO ECUMENISMO

“Não pode a árvore boa dar maus frutos, nem a árvore má dar bons frutos.” (Mt 7,18)

Em primeiro lugar, o movimento carismático se funda no erro do falso ecumenismo. Como a história conta, o movimento começou com católicos buscando graças espirituais num culto protestante. Ora, buscar santidade nas seitas protestantes é equivalente a buscar liberdade na cadeia, ou seja, trata-se de um empreendimento sem qualquer esperança. E aqui não se trata de preconceito, mas apenas da aplicação do princípio de que não se pode dar aquilo que não se tem.

O Catecismo ensina que uma das notas que pertence a Igreja, e somente a ela, é a santidade. A Igreja é santa, ela é vivificada pelo Espírito Santo, a sua doutrina e disciplina são santas. Nela o cristão tem tudo o que precisa para se santificar, por isso muitos de seus membros são realmente santos (cf. Catecismo da Doutrina Cristã, n. 109).

Uma seita, seja ela qual for, passa a existir quando alguns resolvem negar ou relativizar essa verdade da Fé. Eles já não estão dispostos a manter que a Igreja Católica é a única santa, a única vivificada pelo Espírito Santo. Se o católico mantém a sua fé na Igreja, ele não vai buscar a santidade fora dela, pois não há – assim a Fé Católica o ensina e a experiência o comprova. Por outro lado, se ele não vê mal algum em buscar graças espirituais fora da Igreja, então ele já concordou com aqueles que dizem que a santidade não é uma propriedade exclusiva da Igreja e, assim, ele já abandonou a Fé Católica. Esse foi o caminho tomado pelo Movimento Carismático desde suas origens, seus membros são o que são graças ao pecado do falso ecumenismo.

II. OS SINAIS DE POSSESSÃO DEMONÍACA

Infelizmente o falso ecumenismo não é um erro exclusivo dos carismáticos, de modo que todos que aceitam o Vaticano II estão dispostos a manter que existem verdadeiros “elementos de santificação” fora da Igreja. Enquanto o católico pode e deve negar essa afirmação por que a Igreja sempre ensinou o contrário, e a verdade não pode contradizer a si mesma, ainda é possível confirmar a verdade da Fé com o auxílio da razão e da experiência. Os argumentos seguintes mostram por que as práticas e doutrinas dos carismáticos de fato não são santas. Comecemos pelas práticas.

A primeira coisa a ser notada é que os carismas de que eles tanto falam não são sinais certos da presença do Espírito Santo, mas são, em vez, fortes indícios de possessão demoníaca.

De acordo com o Ritual Romano, outros sinais de possessão incluem “a habilidade de falar com certa familiaridade em uma língua estranha ou entendê-la quando falada por outro; a faculdade de adivinhar o futuro e eventos ocultos; e a exibição de poderes que estão além da idade e condição natural do sujeito”.

(Joseph Ecanem, Ph.D., Demonic Possession, p. 23).

A Igreja Católica ainda define como verdadeiros sinais de possessão a demonstração de força sobrenatural, frequentemente acompanhada por ataques e convulsões; mudanças de personalidade; o conhecimento do futuro ou outra informação secreta; e a capacidade de entender ou conversar em línguas desconhecidas pela vítima, tal como o fenômeno da glossolalia. Os primeiros ministros puritanos e, mais tarde, os clérigos protestantes também concordavam sobre os mesmos sintomas ao declararem uma pessoa possuída. Em muitos incidentes houve completa ignorância do estado clínico e comportamento da pessoa.

(Michael Foreman, Ph.D., A Short History of Diabolical Possession, p. 59)

Qualquer um que já tenha ido a um Grupo de Oração da Renovação Carismática sabe muito bem que são exatamente esses “sinais de possessão” que eles usam para atestar a presença do Espírito. Não se pode de todo negar que seja um espírito, mas será que é o Santo?

III. A ORDEM E A DECÊNCIA

Como visto acima, a posse mesma dos carismas já é um problema. Mas o problema com as práticas carismáticas vai muito além. O comportamento deles por si só revela a falta de santidade do Movimento. De maneira geral, uma prática que conduz a desobediência deve ser evitada, mesmo que ela seja boa em si mesma. Por exemplo, comer carne é um ato bom em si mesmo, mas fazê-lo em dia de abstinência é pecado; não porque comer carne seja mau em si mesmo, mas simplesmente por causa da desobediência ao preceito. Enquanto a Igreja Católica sempre ensinou o princípio da ordem e da submissão, os carismáticos preferem a via inversa. Embora a maior parte de seus líderes tenham conhecimento da Sagrada Escritura, eles se fazem surdos ao expresso mandato de São Paulo: “faça-se tudo com decência, e com ordem.” (I Cor 14,40).

A bagunça e extravagância é uma marca inconfundível de qualquer reunião carismática digna do nome. Quem conviveu, sabe muito bem disso. Não é o mau carismático que ignora a ordem e a decência, mas é o carismático tal e qual. “As mulheres estejam caladas nas igrejas, por que não lhes é permitido falar, mas devem estar sujeitas, como também o ordena a lei.” (I Cor 14,34), eis outro preceito simplesmente ignorado por eles em suas reuniões, Luzia Santiago e outras “pregadoras” que o digam.

IV. CURA FÍSICA

Os carismáticos põem enorme ênfase sobre a “cura física” e dizem ao povo que Deus não quer ninguém doente, encorajando as pessoas a pedirem a cura e milagres, tudo daquele jeitinho bem barulhento, com imposição de mãos, musica alta e etc. Eles não possuem qualquer fundamento para pensar desse modo. Pelo contrário, sempre se ensinou que sofrer tais privações com resignação é coisa edificante e meritória. Eis o belíssimo exemplo de São Paulo:

E para que a grandeza das revelações me não ensoberbecesse, permitiu Deus que eu sentisse na minha carne um estímulo, que é o anjo de Satanás, para me esbofetear. Por cuja causa roguei ao Senhor três vezes que ele se apartasse de mim. E então me disse: Basta-te a minha graça, porque a virtude se aperfeiçoa na enfermidade. Portanto de boa vontade me gloriarei nas minhas enfermidades, para que habite em mim a virtude de Cristo. Pelo que sinto complacência nas minhas enfermidades, nas afrontas, nas necessidades, nas perseguições, nas angústias por Cristo; porque quando estou enfermo, então estou forte.

(II Coríntios 12,7-10)

V. O ENGRANDECIMENTO DO ESPÍRITO SANTO

A Renovação Carismática se gaba de ter chamado a atenção para o Espírito Santo, aquele que era o “Deus desconhecido” da Igreja pré-Vaticano II. Muito bem, mas e se eu lhe contar que o Espírito Santo não chama a atenção para si, mas para o mistério de Cristo?  “Quando vier porém aquele Espírito de verdade, ele vos ensinará todas as verdades, porque ele não falará de si mesmo, mas dirá tudo o que tiver ouvido, e anunciar-vos-á as coisas que estão para vir. Ele me glorificará, porque há de receber do que é meu, e vo-lo há de anunciar.” (Jo 16,13).

VI. O FALSO BATISMO NO ESPÍRITO SANTO

O Espírito Santo planta na alma os seus sete dons e a as virtudes infusas a fim de glorificar a Cristo. O carismático não entende essas coisas e, pior ainda, toma a sua “experiência mística” como certeza da graça recebida. Em outras palavras, ele eleva uma provável possessão demoníaca ou, na melhor das hipóteses, uma mera intensificação de suas emoções, ao grau de Sacramento.

De fato, o Catecismo ensina que somente os Sacramentos são sinais sensíveis que garantem o recebimento da graça (cf. Catecismo da Doutrina Cristã, n. 268). Ora, o que um carismático poderá negar na teoria, ele não será capaz de fazer na prática. O sucesso deste movimento consiste basicamente no fato de que as pessoas realmente identificam suas experiências ou emoções com a certeza da graça recebida.

VII. ORGULHO E ENGANO

Tal identificação da experiência com a graça não é livre de consequências para a vida espiritual dessas pessoas. Os grandes mestres espirituais sempre alertaram sobre o grande perigo que se corre ao se buscar tais manifestações.

Os êxtases, as visões e as revelações não são de jeito nenhum um argumento inconteste da permanência ou assistência de Deus em uma alma. Quantos se viram que foram enganados com esses tipos de visões? Embora tenham sido a causa de conversão ou mesmo de salvação de algumas almas, é um estratagema do espírito maligno que fica contente em perder um pouco para ganhar muito.

(São Vicente Ferrer, Tratado da Vida Espiritual, II Parte, cap. VIII in: GAUDRON, Mathias. Catecismo Católico da Crise na Igreja. Rio de Janeiro: Permanência, 2011, p. 202.)

São João da Cruz, o grande Doutor Místico da Igreja, partilha da mesma opinião:

Assim, o demônio fica muito contente de que uma alma deseja revelações ou que a veja inclinada a isso. Porque tem então uma ocasião fácil de lhe sugerir seus erros e de a desviar da Fé tanto quanto puder. Pois [como eu disse] a alma que deseja essas revelações se coloca em uma disposições muito contrária à Fé e atrai para si muitas tentações e muitos perigos.

São João da Cruz, A Subida do Carmelo, livro II, cap. 11 in: ibidem.

VIII. AS VERDADEIRAS FONTES DA GRAÇA

A Renovação Carismática procura a “abundância” ou o “derramamento” do Espírito Santo. Mas onde está, com certeza, a graça do Espírito Santo? Nos Sacramentos. Logo, a santificação se torna mais frutuosa quando o fiel recebe esses mesmos Sacramentos com as devidas disposições.

Dentre os Sacramentos, a Igreja sempre afirmou que o mais poderoso derramamento da graça divina acontece quando o Santo Sacrifício da Missa é oferecido. Eis aí o manancial da graça que eles deveriam procurar, eis aí a oração oficial da Santa Igreja, na qual Cristo Mesmo intercede por nós continuamente (Heb 7,25).

A Igreja também ensina que o derramamento das graças espirituais não se limita somente aos Sacramentos, mas também se pode obter pelos Sacramentais (água benta, escapulário, bençãos) e pelas devoções aprovadas e vivamente encorajadas pela Igreja – de modo particular a devoção ao Sagrado Coração de Jesus e à Santíssima Virgem Maria.

A propósito, os carismáticos do Brasil são notáveis pela promoção que fazem da falsa devoção à Divina Misericórdia. Essa devoção é a grande responsável pelo abandono das duas devoções mencionadas acima. Eles prestam culto a um Jesus falso, sem chagas, que esconde o seu Sacratíssimo Coração; eles recitam preces bem curtinhas para esse falso Jesus usando as dezenas que os católicos usam para recitar o Santo Rosário.

Canção Nova Misericórdia

Aqui se verifica a lei que Aristóteles enunciou na sua Ética: “semelhante atrai semelhante”. A amizade entre a Renovação Carismática e a falsa devoção à Divina Misericórdia não poderia ser mais flagrante: ambas procedem do nosso inimigo.

IX. NÃO HÁ SEGUNDO PENTECOSTES

Os mais prudentes falam em renovação de Pentecostes, os mais ousados em Segundo Pentecostes, tanto um como outro ignoram o que foi o primeiro Pentecostes e confundem-no com a absurda noção que tem dele. O primeiro e último Pentecostes foi estabelecido com o propósito de cumprir a promessa feita por Nosso Senhor de enviar o Espírito Santo (Jo 15,26) confirmando aos olhos de todos a origem divina da Igreja, que pela vinda do Espírito Santo, foi estabelecida de uma vez por todas para a redenção do gênero humano. Uma “segunda experiência” de Pentecostes não é de todo necessária, pois desde então já somos completos em Cristo (Col 2,9)

De modo muito concreto, a presença do Espírito se manifestou na primeira pregação pública dos Apóstolos, onde pessoas de diferentes lugares foram capazes de compreender o discurso dos Apóstolos em sua própria língua (cf. At 2,4). Em nenhum lugar no Atos dos Apóstolos se fala de pessoas falando em línguas incompreensíveis e, portanto, inúteis aos ouvintes (I Cor 14,11); tampouco se encontra qualquer alusão à agitação incontrolável, desmaios repentinos e outras coisas mirabolantes que só se podem encontrar nas ditas renovações de Pentecostes dos carismáticos.

Assim é porque os Apóstolos eram bons católicos, viviam segundo a modéstia cristã, procediam com ordem e decência, sabendo que Deus se manifesta na brisa do silêncio (III Rs 19,12). Além do mais, os carismas que possuíam não foram empregados para o “avivamento”, mas para o estabelecimento da Igreja, isto é, para convencer as pessoas de que a Igreja Católica procedia de Deus. Santo Agostinho e São Gregório explicavam que tais maravilhas não eram mais necessárias, porque a Igreja já falava a língua de todas as nações e não há mais qualquer motivo plausível para desconfiar de sua origem divina. Muito mais razão temos nós para dizê-lo hoje.

X. AS IRMÃS DA RENOVAÇÃO

Abaixo segue uma pequena lista com as heresias-irmãs da Renovação Carismática e um breve comparativo entre elas e a dita cuja. Os erros dessas heresias já foram previamente condenadas pela Igreja.

  • Nova Era, um movimento sincrético que usa a experiência pessoal de seus membros como fator de unificação: a Nova Era não possui dogmas, só “carismas”. Eles são, naturalmente, adeptos da doutrina carismática do “batismo no Espírito”. Insistimos novamente, qual espírito?
  • Messalianismo, uma heresia que teve origem na Mesopotâmia em 360 d.C. Segundo eles, os Sacramentos não comunicavam a graça. O único poder espiritual é a oração que leva a posse do Espírito Santo. Com um pequeno esforço de imaginação podemos vê-los, ao som de guitarra e tamborim, cantando “Eu tomo posse da graça de Deus” com as mãos para o alto, entre palminhas e gritarias, tal qual acontece nas reuniões carismáticas.
  • Montanismo, heresia segundo a qual o Espírito Santo teria suplantado a Revelação de Cristo. Agora ele estaria completando-a mediante “um novo derramamento do Espírito Santo”. O seu fundador, Montano, também possuía o “dom de línguas”. Algo familiar?
  • Protestantismo, uma heresia que teve início com Martinho Lutero em 1517. Ela nega a existência de uma Igreja hierárquica visível, mas sustenta que existe uma sociedade invisível, a “Igreja espiritual dos crentes”. Ela também sustenta que é dado a cada crente a inspiração profética para interpretar a Palavra de Deus infalivelmente. O movimento pentecostal, que deu origem a Renovação Carismática, é um dos muitos frutos podres nascidos dessa heresia.
  • Jansenismo, uma heresia do século XVI que tentou incorporar os erros do protestantismo dentro da Fé Católica. Eles confundiram a graça com o sentimento de consolação, afirmando que só aqueles que são totalmente espirituais podem se salvar. Essa doutrina lhes permitia viver longe dos Sacramentos, entregando-se totalmente a “graça de Deus”. Novamente aqui os Sacramentos, a principal fonte da graça santificante, são trocados pelos sentimentos.

Fica assim comprovado que o Renovação Carismática é má em si mesma. As doutrinas e práticas carismáticas são errôneas e nocivas ao bem das almas. A Igreja, cuja missão é proclamar a verdade e salvar as os homens, não pode aceitar esse tipo de movimento em seu seio. Não é uma questão de escolha. Todo o católico tem o dever de se afastar de todos aqueles que promovem a RCC direta ou indiretamente, incluindo Bento XVI e Francisco, pois essas pessoas não guardam o patrimônio que a Santa Igreja recebeu dos Apóstolos.


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Um comentário em “Você é carismático ou católico?

  1. Parabéns pelo artigo, e quero dizer que comungo dos mesmos pensamentos, a RCC é um Câncer que se ‘infiltrou’ no seio da Igreja Católica Apostólica Romana. Os adeptos da ‘RCC’ se dizem respeitar a Tradição, o Magistério, a Sagrada Escritura, a Autoridade do Papa, criticam (e muito) a chamada TL (Teologia da Libertação), mas no fundo não passam de um outro ‘câncer’, como se diz o ditado popular: “é o sujo falando do mal lavado…”. Acredito que a Igreja de Cristo não precisa de ‘rótulos’, portanto, eu sou TOTALMENTE CONTRA a ‘RCC’ e a ‘TL’, eu vivo os preceitos da Sã Doutrina da IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA. Não me iludo, o que eles estão utilizando como uma ‘modinha’ há muito tempo já fazem parte da nossa Tradição (o Tratado de São Luiz Montfort, o Santo Rosário, o Ofício de Nossa Senhora, a Consagração a Maria Santíssima, a Adoração ao Santíssimo Sacramento, a utilização de Escapulários, Crucifixos e outros Sacramentais…), enfim, tudo isso é de Procedência Católica, e infelizmente vejo os ‘carismáticos’, cada vez mais, se apropriando das riquezas da Sã Doutrina Católica para a auto-promoção da ‘RCC’ (seja através da Internet ou de emissoras ‘carismáticas’ como a Canção Nova e a Século XXI…) e com isso, tentar ‘comover’ os não adeptos da ‘RCC’. Para ser franco, já visitei um ‘Grupo de Oração’ e participei de algumas ‘Missas’ e ‘Encontros de Cura e Libertação’, entretanto, com o passar do tempo, e principalmente, guiado sob a LUZ do VERDADEIRO ESPÍRITO SANTO, hoje vejo que não podemos misturar as coisas: a IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA NÃO PODE permitir ‘práticas e ritualismos PROTESTANTES’… Eles, os adeptos da ‘RCC’, estão comemorando os 50 anos da criação e propagação deste movimento mundo afora, mas nunca podemos esquecer de que, participamos de uma IGREJA BIMILENAR, e quando os ‘RCC’s’ surgiram, a SÃ DOUTRINA CATÓLICA já estava TOTALMENTE DIFUNDIDA E ENRAIZADA à 1.950 anos… Sejamos CATÓLICOS e IMITADORES DO CRISTO, vamos assumir a nossa FÉ, que recebemos dos SANTOS APÓSTOLOS, e permanecermos Fiéis a esta SÃ DOUTRINA e ao VERDADEIRO ESPÍRITO SANTO que caminha e governa (a muitos séculos) o “CORPO MÍSTICO DE CRISTO”, que é a SANTA IGREJA CATÓLICA APOSTÓLICA ROMANA. Amém!!!

    Atenciosamente,
    Gessi de Oliveira Júnior (Administrador do Blog THMR).

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