Judaísmo, Racismo e Antissemitismo

O que hoje se entende por judaísmo é sinônimo de farisaísmo ou talmudismo. “O farisaísmo se tornou o talmudismo, o talmudismo se tornou o rabisnimo medieval e o rabinismo medieval se tornou o rabinismo moderno. Mas perpassando essas mudanças de nome… o espírito dos antigos fariseus sobrevive inalterado.” (Rabino Louis Finkelstein, The Pharisees…, p. XXI). Jesus, então, não era um judeu nesse sentido, isto é, no sentido de alguém que praticava a forma de culto religioso conhecida hoje como judaísmo, dizê-lo é uma falsidade e uma ficção de caráter blasfematório.

Jesus abominou e denunciou a forma de culto religioso praticada na Judeia de seu tempo. E isso porque o judaísmo é uma religião baseada em tradições humanas, muitas delas ensinam coisas notoriamente contrárias à razão e ao bem comum. Dentre as doutrinas e práticas que provam a maldade do judaísmo estão o racismo, o messianismo (comunismo), o dinheirismo (capitalismo), o direito de mentir e maltratar o próximo e a permissão de quebrar juramentos obtida mediante a recitação anual do Kol Nidre.

Leia também: O Motor Secreto do Comunismo: A religião por trás da máquina de matar revolucionária

E também: Traindo Cristo Crucificado: A Nova Oração de Sexta-Feira Santa pelos judeus

A religião judaica sobreviveu graças a concessão de certas vantagens e facilidades aos homens, todas autorizadas pelo próprio Talmude. Ela não produziu mártires, ela não formou santos. É evidente, portanto, que o judaísmo não é uma religião revelada por Deus, uma religião que torna as pessoas realmente mais divinas, mas sim uma opinião bem perigosa, algo que pode arruiná-las moralmente, caso elas sigam suas práticas e preceitos. Donde ser a observância do judaísmo um pecado mortal.

A Igreja reza pela conversão dos judeus, pois a sua incredulidade não poderá fazer-lhes qualquer benefício, antes será um argumento usado contra eles no dia do Juízo. Que São Paulo Apóstolo, o grande fariseu convertido à fé verdadeira, possa interceder pela conversão dos judeus e perseverança dos cristãos.

Os próximos parágrafos contém mais informações sobre o racismo ensinado no Talmude e suas implicações no modo como os judeus se relacionam com os cristãos e vice-versa.

Francisco com os judeus e sua menorá
Segundo Francisco, o diálogo entre judeus e cristãos “precisa ser aprofundado nisto: nas raízes judaicas do cristianismo e no cristianismo como florescimento do judaísmo” (La Vanguardia, 13 jun. 2014 in CNA). Ou seja, ele precisa ser baseado numa premissa absolutamente falsa e injuriosa à fé cristã. Eis mais uma prova de que ele não pode ser o Vigário de Cristo.

I. A AUTORIDADE DO TALMUDE

“Meu filho, sê mais zeloso na observância das palavras dos escribas que nas palavras da Torá (Velho Testamento).”

– Talmude, Erubin 21b

“O Talmude consiste de 63 livros sobre lei, ética e história escritos pelos antigos rabinos. Ele foi editado cinco séculos depois do nascimento de Cristo. Ele é um compêndio de lei e sabedoria. Ele é o código legal que forma a base da lei religiosa dos judeus e é o manual usado no treinamento dos rabinos.”

– Rabino Morris N. Kertzer, What is a Jew, Look Magazine, 17 jun 952.

“O judeu moderno é produto do Talmude…”

– Babylonian Talmud, publicado pela Boston Talmud Society, p. XII.


II. ENSINAMENTOS DO TALMUDE SOBRE OS NÃO JUDEUS

Vejamos o que o Talmude ensina sobre os não judeus (goyim).

“Os judeus são chamados seres humanos, mas os não judeus não são seres humanos. Eles são animais.”

– Talmude: Baba mezia, 114b

“O akum (não judeu) é como um cão. Sim, a Escritura ensina a honrar mais ao cão que ao não judeu.”

– Ereget Raschi Erod. 22 30

“Apesar de Deus ter criado o não judeu, eles ainda são animais em forma humana. Não convém ao judeu ser servido por um animal. Portanto, ele será servido por animais em forma humana.”

– Midrasch Talpioth, p. 255, Warsaw 1855

“Uma mulher não judia que está grávida não é melhor que um animal emprenhado.”

– Coschen hamischpat 405

“As almas dos não judeus vêm de espíritos impuros e são chamadas de porcos.”

– Jalkut Rubeni gadol 12b

“Embora o não judeu tenham a mesma estrutura física que um judeu, eles se comparam ao judeu como o macaco ao homem.”

– Schene luchoth haberith, p. 250 b

“Se você come com um gentio, isso é o mesmo que comer com um cão.”

– Tosapoth, Jebamoth 94b

“Se um judeu tem um servo ou serva que morre, tu não deves dar condolências ao judeu. Tu deves dizer-lhe: ‘Deus substituirá a ‘tua perda’, como se um de seus bois ou asnos tivesse morrido’.”

– Jore dea 377, 1

“As relações sexuais entre os gentios são como relações sexuais ente animais.”

– Talmud Sanhedrin 74b

“É permitido tomar o corpo e a vida do gentio.”

– Sepher ikkarim III c 25

“É legítimo matar qualquer um que negue a Torá. Os cristãos pertencem aos que negam a Torá.”

– Coschen hamischpat 425 Hagah 425. 5

“É permitido matar um gentio herético com suas próprias mãos.”

– Talmude, Abodah Zara, 4b

“Todo judeu, que derrama o sangue do ímpio (não judeu) faz o mesmo que um sacrifício para Deus.”

– Talmud: Bammidber raba c 21 & Jalkut 772


Mais informações em A verdade sobre o Talmud – Uma Exposição Documentada da Literatura Rabínica Supremacista de Ódio – Michael A. Hoffiman II e Alan R Critchley [Versão Portuguesa em PDF]


III. CONSIDERAÇÕES SOBRE O RACISMO JUDEU E O ANTISSEMITISMO

Hoje em dia, em nosso mundo civilizado se considera o racismo como o maior pecado em que podem incorrer os seres humanos, falta que deixa perene e escandaloso estigma de selvagismo e brutalidade, sempre que não seja o povo judeu que o pratique. Graças a propaganda (quase totalmente aceita no mundo pelos israelitas: cinema, rádio, imprensa, televisão, editoras etc.), o antissemitismo é a manifestação racista mais abominável de todas. Os judeus têm feito do antissemitismo uma arma verdadeiramente demolidora, que serve para nulificar o esforço das inumeráveis pessoas ou organizações que tendo compreendido claramente qual é a verdadeira cabeça do comunismo – pois os disfarces e os estratagemas são usados por essa raça para ocultar suas verdadeiras atividades – queiram dar a voz de alerta horrorizadas ante o ominoso fim que cada vez está mais próximo.

Seu trabalho mendaz foi tão efetivo, que a maioria dos anticomunistas querendo acabar com o monstro marxista chamam seus valorosos e decididos ataques aos tentáculos do polvo, ignorando a existência da terrível cabeça, que regenera os membros destruídos, dirige os movimentos e harmoniza as atividades de todas as partes de seu sistema. A única possibilidade de destruir o socialismo comunista de Marx é atacar à cabeça do mesmo, que atualmente é o judaísmo, segundo nos indicam os fatos mais incontroversos e os testemunhos mais irrecusáveis dos mesmos judeus.

Enquanto os países cristãos são antirracistas porque fundamentam sua ideia no conceito do próximo, os judeus foram sempre e são na atualidade os racistas mais furibundos. Baseiam seu racismo nas ideias do Talmude, partindo do princípio de que o judeu nem mesmo é um simples ser humano.

Mas este antirracismo cristão é mui habilmente explorado pelos judeus e, à sombra do mesmo, tecem suas infernais maquinações contra a Igreja Católica e toda ordem cristã, estruturando o sistema comunista onde não há Deus, não há Igreja, nem há princípios transcendentes de nenhuma classe. Enquanto são atacados, queixam-se com clamorosas lamentações apresentando-se como vítimas de racismo inumano, com o fim de paralisar qualquer trabalho de defesa que se oponha a seus ataques destruidores.

No entanto, a verdadeira defesa contra o comunismo, que forçosamente tem de se dirigir contra os judeus (contra a cabeça), não pode considerar-se de nenhum modo como uma pecaminosa manifestação de um sentimento de aversão a uma raça determinada, já que o critério de discriminação racial é totalmente estranho a nossa cultura e a nossos princípios cristãos; mas não se pode ignorar um problema de tamanha gravidade e transcendência pelo único fato de temer o qualificativo de “antissemita”. Não se trata, pois, de lutar contra uma raça por considerações de ordem racial. Se o problema nos coloca atualmente nesses termos, a culpa é exclusivamente dos judeus que não nos deixam escolha com seu racismo extremo, seu absoluto desprezo por todos os que não são de sua raça e suas ânsias de dominação mundial.

Para os católicos em particular e para o mundo civilizado em geral, que todavia crê nos princípios axiológicos e nos valores transcendentes, o plano não pode ser mais simplesmente posto senão como um problema de legítima defesa, perfeitamente aceito na ordem moral e jurídica, já que o nítido dilema que nos apresenta o judaísmo é: dominação judaico-comunista ou extermínio.


Do Capítulo Quarto da Segunda Parte de El Complot contra la Iglesia. Disponível para download em PDF: Tomo I e Tomo II.

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3 comentários em “Judaísmo, Racismo e Antissemitismo

  1. Por outro lado, se o senhor se deixar persuadir por esse fato central de nossa fé, então será muito fácil compreender o resto. O senhor verá que o catecismo e os padres foram feitos para manter o povo nessa fé e converter os povos para esta mesma fé e que eles são muito bons enquanto transmitem essa mesma fé. Não haveria mais qualquer motivo para me opor ao senhor, se o senhor cresse realmente na Encarnação do Filho de Deus e suas óbvias implicações. Não bebo cerveja, mas tomo chimarrão.

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